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Etapa 1
Etapa 3: Mobilidade e ubiqüidade

Município Digital
(Fonte: http://www.proderj.rj.gov.br/inclusao_digital.asp)

O Projeto Município Digital tem por objetivo levar às cidades fluminenses acesso à Internet em alta velocidade, sempre priorizando aqueles municípios que possuem menos de 50 mil habitantes, os quais dificilmente são contemplados por investimentos das operadoras de telecomunicações, por falta de viabilidade comercial. Além disso, de acordo com o cronograma definido pela Anatel, as metas de universalização de serviços de telecom no Brasil têm previsão mínima para acontecer entre 2010 e 2020, o que motivou ainda mais a iniciativa do Proderj de antecipar a chegada da web em banda larga às cidades do interior do estado.

Para incluir digitalmente esses municípios, a autarquia utiliza as mais modernas tecnologias de redes sem fio (WiFi, WiMax, WiMesh e comunicação por satélite), em associação com os meios convencionais de conexão cabeada, levando em consideração a topologia e as necessidades de cada município.

Instituído em maio de 2005, através de um acordo de cooperação técnica celebrado entre o Proderj e a Associação dos Prefeitos e dos Municípios do Estado do Rio de Janeiro (Apremerj), o Projeto Município Digital é desenvolvido em duas fases: inicialmente, executa-se a interconexão dos órgãos que compõem o governo municipal local, assim como das escolas públicas e dos hospitais; em seguida, disponibiliza-se a tecnologia diretamente para o cidadão, através da instalação de telecentros públicos que garantem um acesso fácil e gratuito à web. Também na segunda etapa, os serviços passam a ser oferecidos para entidades privadas e empresas. Dessa forma, o projeto contribui para a modernização da gestão pública, para a inclusão digital da população e para o desenvolvimento econômico dos municípios.

As cidades de Piraí, Rio das Flores e Mangaratiba foram as primeiras contempladas com a conclusão das duas etapas do projeto e já estão colhendo os frutos da iniciativa. Nos municípios de Valença e de Resende, localizados na região do Médio Paraíba, a primeira fase ainda está em execução, mais especificamente nos distritos de Conservatória e Visconde de Mauá, respectivamente. O mesmo acontece na cidade de Paraty, na região da Baía da Ilha Grande.

Em julho de 2007, a sexta localidade a receber o projeto de cidades digitais foi Paraty, localizada na região da Baía da Ilha Grande, no Sul fluminense. Implantada em parceria com a companhia norte-americana NextWave, a rede wireless de Paraty foi a primeira no estado do Rio que, desde a fase piloto, incluiu no desenho de sua rede lógica um link privado – além do link público para atender aos entes de governo –, especialmente destinado à exploração comercial futura dos serviços de voz, vídeo e acesso à Internet por empreendedores locais ou pelos que venham a se fixar na cidade.

Já em março de 2008, o projeto chegou ao município de Petrópolis, na Região Serrana do Rio. A cidade Imperial ganhou seis locais públicos para acesso sem fio à web (os chamados hot zones) e ampliando a velocidade e o alcance da rede cabeada que já oferecia conectividade a prédios da administração pública e escolas informatizadas da região. Por fim, a última cidade iluminada com rede de Internet wireless foi a cidade de Barra do Piraí, na região do Médio Paraíba fluminense.

Desde o dia 18 de fevereiro de 2008, através do decreto nº 41.181 publicado no Diário Oficial, quando o PRODERJ passou a se subordinar a Casa Civil e não mais a Secretaria de Estado de Ciência e Tecnologia, o projeto Município Digital foi transferido para responsabilidade da referida secretaria.




 
     
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